terça-feira, 25 de novembro de 2014

Converter um curso tradicional em formato EAD

5 Dicas para Converter seu Curso Tradicional em Formato E-Learning
por Michele Kasten*


No mercado educacional existem vários profissionais desejando converter seus cursos "PowerPoints" em um formato e-Learning mais exclusivo e interativo. No entanto, vários deles cometem o mesmo erro repetidamente. Eles acreditam que simplesmente movendo o seu conteúdo, como apresentações em PowerPoint, vídeos, áudios e documentos para um ambiente virtual de aprendizagem ou ferramenta de autoria terão seus cursos automaticamente prontos para uso. Na minha opinião, a preocupação maior deve-se ao fato de que é de extrema importância o desenho instrucional e a tratativa de conteúdos antes de pensar na transposição dos seus cursos tradicionais para um formato eletrônico.

Como você reage sobre a conversão de um curso presencial para um formato de e-learning?

Primeira lei: Lembre-se de que o conteúdo é principal recurso e é ele que rege toda a orquestra. Desta forma presumo que em seu curso powerpoint você tenha usado um conteúdo mais do que surpreendente, correto?

Antes de tudo pergunte-se:

1. Quais são os critérios para determinar se um curso presencial realmente é conversível para e-learning?
2. Assumindo que o curso é conversível, quais são as considerações para determinar se o formato síncrono ou assíncrono é o melhor?

Seguem abaixo 5 dicas que vai ajudá-lo(a) a converter o seu curso tradicional em um formato e-Learning:

1) identificar o formato de curso de e-learning:

Um curso no estilo powerpoint pode ser convertido nos três seguintes formatos de e-Learning.

1. Aprendizagem Assícrona: Aprendizagem na qual a interação entre professores e alunos ocorre de forma intermitente com um atraso de tempo. Exemplos são cursos individuais tomadas através da Internet, ferramenta de autoria, em grupos de discussão online ou e-mail. A principal área de investimento em desenvolvimento de cursos eLearning corporativos é a aprendizagem assíncrona. Ao contrário de treinamento ministrado por instrutor tradicional ou até mesmo de ensino à distância que se centraliza na teleconferência e apresentações online, o formato assíncrono de e-Learning ocorre em um ambiente onde um único aluno interage diretamente com o conteúdo através de um sistema de tecnologia, maximizando a flexibilidade no tempo e acesso para o aluno, permitindo controle do aprendiz de ritmo, horário e local.

2. Aprendizagem Síncrona: Realizada em tempo real, evento de aprendizagem online ministrado por um instrutor. Todos os participantes são registrados ao mesmo tempo e se comunicam diretamente um com o outro. Neste ambiente de sala de aula virtual, o instrutor mantém o controle da classe, com a capacidade de “chamar” os participantes para as atividades propostas. Na maioria das plataformas, alunos e professores podem usar um quadro branco para ver o trabalho em andamento e compartilhar conhecimento. A interação também pode ocorrer através de áudio ou videoconferência, telefonia Internet, ou de duas vias transmissões ao vivo. Comumente suportado pelos meios de comunicação, tais como videoconferência e chat, tem o potencial para apoiar os usuários no desenvolvimento de comunidades de aprendizagem. Os alunos e professores experimentam o eLearning síncrono como mais socialização evitando a frustração uma vez que encontram-se em tempo real. Sessões síncronas ajudar os usuários a se sentirem participantes em vez de estarem isolados aprendendo eventos que combinam aprendizagem síncrona e assíncrona, e instrução cara-a-cara.

Aqui a questão que deverá ser novamente levantada é: “este formato é melhor para mim”? De acordo com a pesquisa e com a minha experiência o formato eLearning que tem mais vantagens é o formato de aprendizagem híbrido porque mescla as características da aprendizagem síncrona e assíncrona e leva grande vantagem sobre o sistema atual de ensino. Parece que os brasileiros se acostumaram a reagir bem nessa sistemática. É aquela velha história: nem 8 nem 80. Se você ainda tem dúvidas sobre essa indagação, vou incentivá-lo(a) a analisar as necessidades dos seus alunos. Esta análise vai ajudar você a escolher o melhor formato de e-Learning para o seu curso. Nada melhor do que uma boa análise de contexto do seu público-alvo!

2) Pesquise alguns Modelos de Design Instrucional

Estou certa de que você está familiarizado com ADDIE, correto? No entanto, ADDIE (processo de análise, design, desenvolvimento, implementação e validação de projetos) não é uma solução universal! Com base na minha experiência o modelo de design instrucional de Robert Gagne, que fala dos nove eventos de instrução, é o Modelo de Design Instrucional mais apropriado para a conversão de um curso tradicional em um formato eLearning. No entanto, para encontrar o melhor modelo de Design Instrucional você tem que fazer sua própria investigação! Afinal a minha experiência pode se diferenciar da sua!

A questão que será levantada é: “Por que é fundamental a utilização de um modelo de design instrucional”? A resposta é muito simples. Porque com o uso de um modelo (processo de etapas de desenvolvimento da instrução) você vai garantir que a aprendizagem possa acontecer de forma mais segura, certa e completa do que poderia acontecer. Ao mesmo tempo, você vai facilitar o processo de aprendizagem de modo a que os alunos necessitem de menos tempo, incorram em menos riscos e invistam menos energia do que aqueles que aprenderam com a sua auto-instrução ou autodidatismo.

3) Uso de Interação

Interação é o aspecto mais importante de um curso eLearning. No entanto, você deve saber por que você usa a interação e o que você deseja alcançar com esse recurso. Tenho visto vários cursos de eLearning cheios de interação cujo único objetivo é a perda de tempo … Moore (1989) acredita que a interação é um componente central da educação online e ele descreve três tipos de interação:

1. A interação de conteúdo refere-se à interação entre o aluno e o conteúdo ou assunto.
2. A interação instrutor refere-se à interação entre o aluno e um instrutor, tutor, mentor, ou especialista de conteúdo. O segundo tipo de interação ocorre via impressão, diálogo eletrônico, e-mail, conferência por computador, ou discussões eletrônicos em sala de aula on-line.
3. A interação pode ocorrer fora ou em grupo, com ou sem um instrutor presente. O terceiro tipo de interação ocorre quando os alunos se envolvem em discussão moderada pelo instrutor. Ao mesmo tempo, os grupos dos alunos podem ser atribuídos a responsabilidade de agir de forma autônoma para a condução de projetos em grupo.

Baseado no formato e no Modelo de Design Instrucional que você vai usar, você será capaz de escolher o(s) tipo (s) de interação que você vai usar em seu curso eLearning.

4) Escolha a tecnologia educacional direita.

Na minha opinião a aprendizagem se torna mais eficaz quando as pessoas são mutuamente ativas com os materiais de aprendizagem, com o ambiente de aprendizagem. Aprender, pela fabricação de materiais inovadores para outros alunos e comunicando-se com eles sobre esses materiais, melhora substancialmente suas habilidades de aprendizagem. Por exemplo, com base na pedagogia social construcionista, existem vários recursos de cursos interativos que irão reforçar um curso eLearning. Os três tipos de interação são construídos para realizar determinados objetivos de aprendizagem.

1. Interação entre aluno e conteúdo:

Flashcards
RSS
vídeo do YouTube
Adicionar Blocks
Perguntas frequentes

Interação entre aluno e instrutor:

lição
Teste (Test)
projeto
Conference (bate-papo de vídeo)
e-mail rápido

Interação entre Alunos e Grupos de Discussão:

bate-papo
fórum
Blog
Wiki
glossário

A tecnologia é a mediana e você definitivamente deve fazer sua própria investigação para encontrar a tecnologia de ensino mais adequada para atingir seus resultados.

5) Procedimentos de revisão

Depois de converter seu powerpoint em curso no formato e-Learning você acha que já é hora de oferecer a instrução ao seus alunos, certo? ERRADO! Você deve definitivamente rever o seu curso eLearning antes de oferecê-lo aos seus alunos. Os procedimentos seguintes eu incentivo-o a segui-los à risca:

Sondagem: um formulário de avaliação participativo deve ser criado e você deve atentar a cada módulo de curso para as 3 áreas: Design de Interface do Curso, O Conteúdo, a Navegação e a Estética do Projeto. A pesquisa deve ter tanto qualitativa (resposta curta) e questões quantitativas (sumativa) sobre temas tais como: a usabilidade, o design de interface, a acessibilidade, a análise de audiência, o conteúdo / materiais do curso, e os padrões de design instrucional. Se precisar de ajuda com a criação de um inquérito eu posso ajudá-lo!

No que diz respeito a tecnologia que você vai usar convido você a usar SurveyMonkey. SurveyMonkey é uma ferramenta simples e intuitiva para a criação de pesquisas on-line. Sua força principal é a sua interface web intuitiva, o que torna mais fácil para as pessoas, mesmo não-técnicos de criar inquéritos e dados recolhidos para a exportação.

* Implemente um painel de testes onde você pode rever o seu curso. Quando eu estou dizendo um painel de especialistas que quero dizer especialistas no assunto, designers instrucionais, desenvolvedores de eLearning, etc.

*Com base em um feedback construtivo você tem que revisar constantemente do seu curso eLearning.

* Após a revisão de seu curso eLearning os mesmos peritos devem voltar a testar o seu curso eLearning.

* Com base em seu feedback construtivo que deve melhorar ainda mais o seu curso eLearning.

Pronto. Agora é a hora de fazer a revisão final e fazer o seu curso eLearning disponível para os seus alunos. Além disso, tenha em mente que você deve sempre rever o seu curso eLearning com base no feedback construtivo dos seus alunos ok?

(*) Michele Kasten é Presidente da Associação Brasileira de Desenho Instrucional
Publicado em http://www.abradi.org/?p=262
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Livro de poesias editado pela marconbrasil com autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre

Última sessão de autógrafos de edições marconbrasil na Feira do Livro de Porto Alegre, neste sábado 15 de novembro: Além do horizonte, coletânea de poesias para Assers - Associação de Supervisores de Educação do RS.



Revista Aprendiz editada pela marconbrasil lançada na Feira do Livro de Porto Alegre

Outro lançamento na Feira do Livro de Porto Alegre: revista Aprendiz, edição da marconbrasil para o Ministério do Trabalho e Emprego / FOGAP, Forum Gaúcho de Aprendizagem Profissional.

A primeira revista sobre a aplicação da Lei da Aprendizagem no Brasil, com a história e a atuação da Superintendência Regional do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, entidades e empresas do RS. E a visão dos jovens aprendizes!


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Livro de receitas editado pela marcon.brasil entre os mais vendidos

Satisfação saber que um livro editado pela marcon.brasil é o mais vendido, no levantamento parcial da Câmara do Livro, na barraca de publicações independentes (AGEI) na Feira do Livro de Porto Alegre. Parabéns Leocilda! Você merece!
https://www.facebook.com/FeiradoLivrodePortoAlegre/photos/a.734535323299613.1073741853.116648698421615/739203349499477/?type=1&fref=nf&pnref=story

Veja fotos da sessão de autógrafos:

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nova edição marconbrasil com sessão de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre

Lançamento marconbrasil na Feira do Livro de Porto Alegre, nesta segunda-feira 10/nov: 'Reflexões Contemporâneas em Educação II' . Organizada pelas professoras do Iergs Daniela Hirschmann e Márcia Voges.



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Edição marconbrasil na Feira do Livro: 150 delícias de mandioca

Nosso primeiro livro de receitas em sessão de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre 2014.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como evitar o erro número 1 dos promotores de eventos

por Vinicius Aguiari * 

“Crie o evento e os participantes virão.”
Este é o erro número 1 que os organizadores cometem quando promovem um evento. Mais do que isso, é uma forma eficaz de perder dinheiro rapidamente.
Isso também se aplica a empreendedores e pequenas e médias empresas que promovem eventos com objetivo de lucro, promover um produto ou gerar novos contatos para vendas. Se você não conhece o seu público, seu evento tem poucas chances de se tornar um sucesso.
Por que? Porque sem uma ideia definida de seu público não é possível:
Saber onde ele está e como alcançá-lo com suas ações marketing;
Compreender porque ele gostaria de participar e qual deve ser a mensagem;
Falar com ele em sua própria linguagem;
Criar um orçamento realista, escolher um local apropriado ou desenvolver uma proposta de valor atraente.
Com o público definido, você pode:
  • Endereçar mensagens específicas em comunidades segmentadas, aumentando assim sua taxa de conversão e, ao mesmo tempo, reduzindo suas despesas de marketing;
  • Estar racionalmente seguro da capacidade de mercado, estimular o poder de compra dos participantes e quanto eles estão dispostos a gastar, além de saber qual proposta de valor será melhor recebida;
  • Determinar o preço adequado, escolher o lugar ideal e elaborar um orçamento adequado para seu evento.

Três estratégias para definir o público corretamente

Há três passos necessários para desenvolver um entendimento sobre seu público: criar um perfil, pesquisar e dimensionar o mercado.

1. O perfil do comprador

O perfil do comprador é essencial para a criação de um evento de sucesso. O resultado final de um perfil bem realizado deve ser um documento que ajude você a entender quem você está visando, qual a situação dessas pessoas (do que eles gostam, quais são seus desafios etc.), como seu evento pode ajudá-los e onde suas ações de marketing devem estar para atingi-los.

Existem vários tipos de perfis de comprador e maneiras de criá-los. Mas uma vez que você extrair quatro respostas deles – quem, o que, por que e onde – você terá informações suficientes para poder trabalhar.

2. Pesquisa

Há quem defenda que essa etapa deve ser a primeira. Entretanto, pesquisar sem ter em mente o perfil do comprador pode se mostrar um esforço inútil e deixar você mais confuso do que antes.

Você deve usar a pesquisa para provar – ou refutar – algumas das suposições que surgem no perfil do comprador.

Por exemplo, você pode assumir que o participante ideal quer aprender algo sobre criação de marcas e design, mas, na verdade, sua dificuldade principal é encontrar bons designers. Isso pode ajudar a definir a direção de seu evento e suas principais mensagens.

A pesquisa pode ter muitas formas, inclusive telefonemas, e-mails, questionários, leitura de blogs, busca nas redes sociais, em fóruns ou a partir da leitura de relatórios do setor.

Como regra prática, tente falar com alguns prováveis participantes, se possível, e complemente essa pesquisa qualitativa com alguma pesquisa de outras fontes.

Entretanto, não gaste muito tempo com pesquisa, apenas o suficiente para se sentir confiante que o perfil de comprador que você traçou é razoavelmente preciso.

3. Dimensionamento do mercado

O dimensionamento do mercado é sempre uma atividade complicada. Por isso, existem empresas empresas inteiras dedicadas a esta atividade. Isso não deve desviar sua atenção por uma semana inteira, mas deve indicar que há demanda para seu evento. Ou seja, existem pessoas interessadas em número suficiente para garantir a realização de um evento.

Você pode começar buscando no Google relatórios, notícias ou blogs que possam ter informações sobre seu mercado-alvo. Uma dica é tentar várias combinações de palavras-chave e então acrescentar “type:pdf” no final já que muitos relatórios vêm nesse formato. Exemplo: “maquiagem evento cursos type:pdf”.

Caso não haja documentos disponíveis que pareçam recentes ou confiáveis, tente outros caminhos, como grupos no LinkedIn – existem grupos relacionados a seu público-alvo? Qual o tamanho deles? Qual é seu grau de atividade? A escassez de grupos no LinkedIn relacionados ao seu público-alvo pode ser um sinal de alerta.

Além disso, você sempre pode perguntar. Encontre fóruns que tenham especialistas aos quais você possa perguntar sobre o tamanho do setor. Há fóruns de interesse geral como o Quora, ou sempre é possível encontrar fóruns segmentados, como o HackerNews para programadores; o GrowthHackers para profissionais de marketing; o Mumsnet para mães etc.

Público real = sucesso real!

Reunir todas essas informações deve dar a você confiança em relação à capacidade de público para seu evento, saber a quem ele interessa, como direcionar a mensagem e como fazer o marketing de forma eficaz.

Esse será também o parâmetro para muitas outras decisões cruciais, da proposta de valor ao preço, da seleção do local à abordagem de patrocinadores ou parceiros.

Sem um público definido, seu evento fica sem um plano estratégico, sem qualquer direção e ao sabor do vento, na esperança de atrair a atenção de alguém.

Com o público definido, você dá um passo gigantesco para gerar um evento de sucesso!


* Publicado originalmente em
http://blog.eventioz.com.br/2014/10/como-evitar-o-erro-numero-1-dos-organizadores-de-eventos/#sthash.CeYF3Jie.dpuf

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Primeiro livro marconbrasil na safra 2014 de lançamentos

Iniciando a 'safra' de lançamentos de livros, neste segundo semestre de 2014. Edição marconbrasil, na Feira do Livro de Camaquã, hoje 16 de outubro: Poesia - Bálsamo à vida, de Iara Schmegel.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Campanha para Confidare Consultoria

Lançada hoje, ás 10h, campanha produzida pela marcon.brasil para a promoção do Programa de Desenvolvimento de Líderes - PDL +100, da Confidare Consultoria.

Destacando as credenciais do nosso cliente, a Confidare atende clientes como
  • BRF (antiga Perdigão)
  • THYSSENKRUPP Elevadores
  • MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL – RS
  • JUSTIÇA FEDERAL / RS – 4 REGIÃO
  • FERRAMENTAS GERAIS
  • AGCO
  • STIHL
  • KILLING
  • MARCOPOLO
  • MELNICK EVEN
  • AGIPLAN
  • SICREDI 
  • STEMAC CIEE-RS
O programa é único com estas características e diferenciais, tem 10 meses de duração, 128h, com abordagens teórico vivenciais, coaching e processo grupal destinado a acelerar o desenvolvimento de lideranças - habilidade de obter resultados - em empresas de médio e grande porte e organizações públicas e privadas.



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Nossa edição e montagem de vídeos para RS Origens

Edição e montagem para os vídeos promocionais veiculados na RBS TV, TV Com, TVE, Canal Você e nas redes sociais. Um belo espetáculo de um grupo com mais de 50 anos de história e beleza.

Produção geral Palco Aberto.

Há 54 anos, o Conjunto de Folclore Internacional Os Gaúchos, mostra a cultura folclórica adquirida ao longo do tempo em diversas cidades do Estado, do país e do mundo. Em Porto Alegre, o Grupo apresenta um espetáculo com uma linguagem cênica, o “RS ORIGENS”, onde são utilizadas coreografias já apresentadas em sua trajetória. A temporada é de 26 a 28 de setembro, às 20h, no Teatro Renascença no Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues.

A dança e a música folclórica de Açores, Portugal, Argentina, Itália, o batuque dos negros da África e gaúchos serão representados numa montagem concebida apenas com estampas (números coreográficos) de danças do folclore de alguns dos países que deram origem ao nosso Estado e deixaram marcas e influências na cultura gaúcha. Canções tradicionais e releituras de músicas instrumentais latinas como Anú, Chimarrita, Pezinho, Chula, entre outros, compõem o espetáculo.


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Endomarketing e eventos

O que é Endomarketing e qual a importância de fazer eventos na empresa?

Por Renato Michelsohn*

Investir no Endomarketing é uma estratégia de crescimento, afinal “vender” sua empresa para o colaborador significa torná-lo aliado no negócio, responsável pelo sucesso da organização e preocupado com o seu desempenho profissional, e para isso nada melhor que a gestão de eventos para seus colaboradores.

Neste artigo, como utilizar a criação de eventos como estratégia de Endomarketing para crescimento de resultados e até como piloto de eventos maiores para clientes e consumidor final. Confira!

O que é o Endomarketing

Com suas raízes em Administração e Marketing o termo Endomarketing surgiu em 1995 no livro “Conversando sobre Endomarketing” de Saul Bekin, e seu conceito consiste em desenvolver ações de marketing voltadas ao público interno da empresa com o intuito de promover entre seus colaboradores e departamentos valores destinados a servir o cliente.

Assim, o Endomarketing consiste em ser o seu “marketing interno”, focado em aprimorar o atendimento, a valorização e relação entre colaboradores e clientes. Esse conceito está cada vez mais importante nas organizações, uma vez que a venda de produtos passa pela importância do colaborador tornar-se um aliado, um admirador, sendo este responsável direto pelo sucesso dos negócios quando igualmente preocupado com o seu desempenho.
Por que fazer eventos de confraternização para sua equipe

Para o setor de Recursos Humanos, as ações de endomarketing focam em reter e encantar seus colaboradores. Como um “cliente interno” e com grande influência nas opiniões e perspectivas do “cliente externo”, este deverá ser o primeiro a estar satisfeito com a empresa para poder “vendê-la” melhor em cada relacionamento.

Nesse sentido, várias ações de Endomarketing podem ser desenvolvidas, como por exemplo investir em eventos de confraternização para a equipe. Esse tipo de promoção demonstra que a empresa valoriza e reconhece a importância de todos os seus colaboradores.

Foque também nas iniciativas de integração

É preciso unir todos os colaboradores acerca das idealizações da empresa, ter um processo eficiente de comunicação, investir no treinamento do pessoal, proporcionar experiências positivas com a empresa e aumentar a integração entre todos.

Com esse intuito, a empresa pode proporcionar desafios como as Ações de Team Building, que consistem em trabalhar atividades descontraídas com características lúdicas e desafiadoras em um espaço diferente, normalmente ao ar livre. Considere que diversas ações podem ser realizadas para que os colaboradores saiam da “zona de conforto”, lidem com emoções e sentimentos, e identifiquem pontos de melhoria no desenvolvimento pessoal e profissional.

Lembre-se ainda de palestras/eventos motivacionais

Outra modalidade de evento interno importante a ser realizado para seus colaboradores são palestras motivacionais e treinamentos específicos com motivadores que incentivam o crescimento da satisfação em ser parte daquele time.

Investir em boas palestras para sua equipe irá incentivar e transformar a interpretação do ambiente de trabalho, deixando a todos mais receptivos aos assuntos e objetivos que se quer atingir.

Deu certo o evento? Faça uma versão para clientes ou a comunidade!

Ao final, além de todo o desenvolvimento da sua equipe de trabalho, a criação de eventos internos serve como “projetos piloto” para eventos externos. Considere que você poderá testar formatos, canais e parceiros internamente, antes de propagar uma versão para clientes ou consumidores finais.

Lembre-se de pesquisar e se cercar de bons parceiros para o desenvolvimento de cada ação. Pregamos muito esse ponto em cada relacionamento que temos, pois um evento feito sem gestão terceirizada corre o risco de manchar a imagem da empresa pela falta de preparo.

Além disso, não terceirizar pode fazer com que a qualidade do evento seja menor e que retrabalhados sejam necessários com frequência. Como consequência, toda a equipe pode ficar desgastada.


(*) O autor: Renato Michelsohn é CEO na Acorde Cultural Produções e Eventos.
Publicado originalmente em http://blog.sympla.com.br/o-que-e-endomarketing-e-qual-a-importancia-de-fazer-eventos-na-empresa/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Nosso cliente no Fantástico

O programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou entrevista com o autor de Loucas de Amor, Gilmar Rodrigues, no último domingo, 14 de outubro. A matéria tratava da estreia na Globo da série Dupla Identidade, de Gloria Perez, direção Mauro Mendonça Filho.

O seriado retrata as ações de um serial killer sedutor e muito bem posicionado socialmente. Para escrever o seriado, Gloria usou Loucas de Amor com uma das suas fontes de pesquisa.

Nós da marcon.brasil somos a agência promocional da Ideias a Granel, responsável pela publicação da obra Loucas de Amor.

Em seu depoimento ao Fantástico, Gilmar lê um trecho de uma carta de uma mulher apaixonada por Francisco de Assis Pereira, que ficou conhecido como Maníaco do Parque. Esse assassino em série, foi preso em 1998 depois de estuprar e matar 10 mulheres. As cartas são decorados com motivos infantis como jardineiras e "Mickeys" demonstrando o caráter infantilizado e romântico das moças que se envolvem com criminosos sexuais".

Veja a matéria completa clicando abaixo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Realizado: XXII Encontro Estadual de Supervisores

Imagens da nossa produção do último sábado (e dos 6 meses anteriores) para a Associação de Supervisores do RS, na Assembléia Legislativa do estado, 10h de atividades: 7 palestrantes, 2 coffe breaks, intervenções dos apoiadores, sorteio de brindes - para professores, supervisores e gestores de educação!

Realizamos da pesquisa, seleção e contratação do conteúdo (palestrantes) ao controle e distribuição dos certificados, passando pela produção de palco, hotsite e relacionamento com apoiadores.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Vídeo produção marconbrasil para a Palco Aberto

Vídeo promocional para o espetáculo infantil "O Menino Teresa".
Realização - Banda Mirim, São Paulo.
Produção local em Porto Alegre - Palco Aberto.
Patrocínio - Petrobras


Apresentações dias 15/agosto - sexta (10h e 16h) e 16 de agosto - sábado (16h), no Teatro do SESC Centro, Porto Alegre.
Entrada franca (retirada de ingressos no local com uma hora de antecedência)

Informações (51) 9566-8966 / 3224-7638

Apoios:
SESC/Fecomércio RS
Canal Você
TVE e Rádio Cultura FM 107.7
Loop Reclame

terça-feira, 12 de agosto de 2014

XXII Encontro Estadual de Supervisores

Nossa produção para a Associação de Supervisores do RS: evento gratuito para professores, supervisores e gestores de educação!

As inscrições foram abertas ontem.

10h de motivação e informações técnicas para os profissionais da área, com nomes de destaque na educação.

Informações e inscrições:
http://lnkd.in/b7DXAtc




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Feiras de negócios: uma poderosa ferramenta para marketing e vendas

Publicado por Promoview*

O livro “Feira de Negócios – Uma Poderosa Ferramenta de Marketing e Vendas” é mais uma obra importante para auxiliar nos estudos deste importante segmento do live marketing.

A obra decorre do trabalho de Fernando Lummertz, jornalista e escritor, além de experiente palestrante e consultor especializado em planejamento estratégico para feiras de negócios.

Promoview conversou com ele sobre sua obra e o projeto Rede Feiras. Nessa entrevista especial, o profissional fala sobre estratégias que devem ser pensadas antes e depois da participação em uma feira. Também mostra a importância da qualificação profissional na área de eventos e marketing.

Promoview: Em seu livro “Feira de Negócios – Como Planejar, Organizar, Controlar e Avaliar a Participação”, você diz que os clientes gerados em feiras de negócios são superiores aos gerados com outros tipos de estratégias de marketing. Quais são as principais diferenças?

Fernando Lummertz: Os visitantes das feiras estão muito mais predispostos a comprar. Costumam buscar oportunidades para adquirir algo que resolva alguma necessidade latente, conhecida ou não. Na maioria das vezes, o fato de comprar ou não na hora é irrelevante. Esse visitante muitas vezes não é o responsável absoluto pela compra, mas bem impressionado por um produto durante uma visita, certamente irá defender suas vantagens no âmbito da empresa para a qual ele trabalha e aí, a sua condição de influenciador se transformará em “poder de decisão”.

Se isso vai levar um dia, um mês ou um ano, sempre irá depender do ciclo de vendas do produto que o expositor comercializa. Naturalmente que as grandes vendas sempre demandam tempos prolongados de maturação do comprador para a tomada de decisão final.

Então, o que ocorre é que as ações de vendas deflagradas pelos departamentos de vendas no dia a dia são iniciativas que normalmente representam o fornecedor “criando” um desejo ou uma necessidade de compra. Nas feiras, acontece o inverso. Trata-se do comprador indo ao fornecedor demonstrar a sua necessidade e buscar a melhor solução. Em outras palavras, geralmente, é um comprador pronto para comprar.

Para participar de uma feira de negócios é preciso fazer um planejamento. O que a empresa expositora deve fazer antes e depois desse tipo de evento?

Bingo! Participar de uma feira sem planejamento é como entrar em um elevador sem saber o número do andar no qual você deseja ir. Ou seja, você está no lugar certo, mas não tem a menor ideia do alvo específico que precisa atingir. Nós recomendamos aos expositores que preparem um minucioso planejamento de participação dividido em três fases: pré, durante e pós-feira. Cada uma dessas etapas deve ser pensada sempre como parte das demais. Já vimos expositores que até se esforçaram para fazer uma preparação, mas que não levaram em conta a relação de causa e efeito que uma fase tem com a outra. É possível perceber claramente que há uma fortíssima relação entre elas no momento em que você relaciona as principais ações para obter bons resultados:

  • 1. Definição clara dos objetivos;
  • 2. Estande compatível com os objetivos;
  • 3. Divulgação de qualidade (feita profissionalmente) direcionada ao público-alvo específico;
  • 4. Equipe de atendimento preparada para atender no estande (é muito diferente do atendimento do dia a dia – exige técnicas específicas). É durante a feira que se produz informações de valor para utilização na fase pós-feira.
  • 5. Implantação das ações de marketing e vendas imediatamente após o término da feira, utilizar com precisão e foco as informações obtidas durante o evento.
Cabe lembrar ainda que ações tão importantes para os resultados quanto as listadas demandam tempo adequado para serem desenvolvidas. É necessário que os expositores iniciem o planejamento de participação com antecedência compatível. A experiência mostra que uma boa preparação deve ser feita em torno de seis meses. Para a participação em feiras de grande projeção e que envolva, por exemplo, lançamento de novos produtos ou participar de feiras internacionais, o preparo deve se iniciar com mais antecedência ainda. Nesses casos, recomendamos que seja em torno de um ano.

Promoview: Quais são as melhores estratégias para mostrar aos visitantes de uma feira de negócios a imagem da empresa?

Fernando Lummertz: Em primeiro lugar, depende dos objetivos. Quando se fala em imagem de uma empresa, muitas vezes as pessoas relacionam isso unicamente com os elementos visuais de uma marca. Ela resulta de um grande conjunto de fatores que influenciam essa imagem.

Durante uma feira, cabe lembrar que essa imagem resulta dos fatores que são percebidos ali, durante aquele específico momento: a qualidade do atendimento realizado no estande sempre em primeiro lugar, acompanhada do aspecto do estande, dos produtos apresentados etc. O que nos remete para o início: a estratégia geradora da boa imagem começa pelo planejamento. Uma participação improvisada certamente não contribuirá em nada para a empresa expositora, até mesmo porque, para obter essa boa imagem não basta apenas um estande bonito.

Promoview: Em relação à participação da empresa em uma feira de negócios, quais são as melhores formas para avaliar e mensurar os resultados?

Fernando Lummertz: A maioria dos expositores não sabe como avaliar a participação. Eu costumo ouvir sempre argumentos de profissionais que insistem em tratar o investimento nas feiras apenas pelo ponto de vista institucional. Na prática, costumo falar que ele está dizendo isso porque não sabe definir seus reais objetivos. Então, se ele não consegue definir os objetivos, como irá avaliar os resultados?

A primeira forma e a mais simples para essa avaliação é saber (ou não) se os objetivos de participação foram alcançados. A partir daí, inúmeras métricas e procedimentos podem e devem ser aplicados para uma análise mais profunda do retorno do investimento. É preciso que o expositor aprenda a dar uma resposta precisa para aquela pergunta que não quer calar: “A participação na feira deu resultados?”. Nós desenvolvemos algumas ferramentas bastante úteis para gerar esses indicadores de resultados e gostamos muito de trabalhar com algo que chamamos de “perspectivas de vendas futuras baseadas na participação em feiras”. É uma planilha muito bem resolvida, que projeta resultados baseados nos leads gerados durante o evento.

Promoview: Qual a importância da qualificação profissional dos trabalhadores dos setores de marketing e eventos?

Fernando Lummertz: Você acaba de abordar um aspecto fundamental para o crescimento das feiras no Brasil, tanto para aqueles que as realizam como para os que nela expõem. Não há como negligenciar a necessidade de conhecimentos específicos relacionados com a ferramenta de marketing que as feiras de negócios representam. Na maioria das vezes, improvisações, tanto de realizadores quanto de expositores, têm péssimos resultados. Isso geralmente ocorre por falta de preparo dos profissionais envolvidos.

O mercado brasileiro de feiras cresceu muito nas duas últimas décadas e muita gente despreparada está atuando em ambos os lados, tanto como expositor tanto como realizador de feiras. Em parceria com a Ubrafe, nós criamos recentemente um núcleo de preparação chamado Unifeiras, que realiza treinamentos para esse público. Eu utilizo muito o termo “realizadores de feiras” e é preciso esclarecer que quando eu uso é porque estou falando de uma maneira abrangente que envolve os organizadores e promotores, os espaços para realização de feiras, as empresas de projeto, montagem e decoração de estandes etc. Todas as equipes dessas empresas precisam ser bem preparadas para prestar um atendimento de real valor para expositores e visitantes.

Promoview: Atualmente, você trabalha no projeto Rede Feiras. Qual é o principal objetivo dessa iniciativa?

Fernando Lummertz: A Rede Feiras é algo que vai impactar fortemente a indústria brasileira de feiras. Trata-se da mais completa iniciativa focada em comunicação, marketing, relacionamento e geração de oportunidades de negócios já ocorrida no mercado brasileiro. É uma plataforma de alta tecnologia apresentada ao usuário de uma forma muito simples e familiar, semelhante às redes sociais públicas (como Facebook e LinkedIn) mas com foco absoluto nas feiras de negócios.

O objetivo é colocar, frente a frente e em permanente comunicação, o público-alvo que de fato interessa aos realizadores: expositores e visitantes das feiras de negócios. Para tornar essa prática permanente, desenvolvemos aplicativos de alto valor percebido como um programa de gestão da participação em feiras, planilha para cálculo do volume de visitantes no estande, planilha para projeção de vendas futuras dos leads gerados e também realizamos um grande investimento em parceria com a Inex Tecnologia, empresa líder em tecnologia educacional, na criação de uma moderna estrutura de EaD para apresentação de palestras e cursos on-line para todos os profissionais envolvidos nessa área.

Tudo isso estará disponível para os participantes em um ambiente tecnologicamente seguro e terá conteúdo desenvolvido por especialistas dessa área. Na prática, o Rede Feiras é um atalho de grande valor nas relações entre os diversos públicos que se envolvem nesse meio e que precisam tornar esses envolvimentos cada vez mais produtivos e rentáveis para os seus objetivos.

(*) Publicado originalmente em http://promoview.com.br/entrevista/411024-como-usar-todo-o-potencial-das-feiras-de-negocios/


quinta-feira, 31 de julho de 2014

A publicidade e design também acompanha seus olhos

Onde as pessoas prestam atenção quando olham um anúncio.
Veja matéria completa: http://ney.me/1rw3hmW


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Crie uma identidade única para o seu evento

Como criar uma identidade para o seu evento
Por Priscila Vieira*

Cada vez mais os consumidores querem produtos e serviços que sejam sua cara. A personalização é uma das principais tendências de consumo dessa década. E no segmento de eventos, isso não é diferente.

O evento precisa estar alinhado às necessidades do público participante – caso contrário, não trará os resultados esperados. Por isso é tão importante que um evento seja customizado.

Até porque o que vale para uma empresa, pode não funcionar em outra. Cada evento precisa ter sua própria identidade. Não basta comprar uma fórmula pronta e aplicá-la. Neste artigo, explicarei por que a customização é tão importante e apresentarei dicas sobre como descobrir e desenvolver a identidade de um evento.

Identidade do evento

A identidade do evento não é apenas “o que é o evento”; vai além disso. A identidade do evento é o seu propósito principal alinhado ao perfil do público. Quando um evento tem identidade própria, os participantes conseguem se identificar com as atividades realizadas nele e, assim, sentem-se mais motivados a participar de tudo que é proposto pelos organizadores.

Independentemente do tipo do evento, do porte e/ou segmento da empresa que o está promovendo, é fundamental que o evento seja uma experiência intensa, preferencialmente criativa e inovadora, e que esteja de acordo com as expectativas de seu público.

Identidade e público-alvo

Por isso, é fundamental conhecer muito bem seu público-alvo – quais são suas preferências, seu comportamento, seus hábitos, suas opiniões, etc. O objetivo de conhecer o público que você quer atrair é saber qual é a expectativa dele em relação ao evento. O alinhamento dessas expectativas (e necessidades) é a chave para o desenvolvimento de uma identidade marcante para o evento.

Como definir a identidade do evento

Para saber qual é a identidade do evento, primeiro é preciso entender qual é o seu propósito principal e de que maneira isso está alinhado às necessidades do público. A seguir, confira um guia rápido com perguntas que podem lhe dar o caminho para encontrar essa identidade:
  1. Que resultados você espera atingir com o evento?
  2. Qual o seu público-alvo?
  3. Qual é o nome do evento?
  4. Que impressão inicial esse nome passa às pessoas que não conhecem o evento? (O nome precisa causar impacto, gerar curiosidade, interesse e remeter ao tema que será abordado. Um nome pensado de maneira estratégica pode aumentar a visibilidade do seu evento nas ferramentas de busca, redes sociais e assim por diante)
  5. A qual segmento o evento será direcionado?
  6. Que atividades seu evento promoverá?
  7. O que o evento irá trazer para o participante? (soluções, atualização, inovação, conhecimento, etc.)
  8. Ao participar do evento, que necessidades específicas dos seus clientes serão atendidas,ou que oportunidades o evento pode gerar? (Foque nos benefícios)
  9. Como será a inscrição para o evento? (paga, gratuita, convidados)
  10. Como ele está posicionado em relação a eventos concorrentes? (com mais ou menos atrações, mais barato, mais caro, em um lugar melhor, mais abrangente, etc.)
  11. Acontecerão outras edições ou outros eventos semelhantes?
  12. Qual o diferencial do seu evento?
Respondendo essas questões, você terá definido para que exatamente o evento serve, qual tipo de público irá participar, o que os participantes ganharão, o que espera-se de resultados e o que será feito para isso. 

Isso é um planejamento personalizado, pois cada ação, cada atividade é pensada e desenvolvida para os objetivos específicos da marca promotora do evento.

E tudo isso ajudará não apenas no planejamento, mas principalmente na execução. Você verá como os resultados serão muito melhores depois de se preocupar em criar um evento completamente customizado.

(*) Publicado originalmente em http://www.priscilavieira.com.br/como-criar-uma-identidade-para-o-seu-evento/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Livros autopublicados são 31% das vendas da Amazon

Obras de autopublicação representam 1 de cada 3 vendas de e-books por dia, considerando a maioria dos gêneros. Ganhos são melhores quando esses e-books são vendidos sem tecnologia de gestão de direitos digitais (DRM).

As principais empresas do setor editorial ainda investem em software antipirataria, mas os autores que publicam os próprios livros podem se beneficiar quando desistem de usar essa tecnologia, segundo um estudo recente.

O AuthorEarnings.com, um site que estuda como os autores podem ganhar mais dinheiro, desenvolveu recentemente uma análise mais detalhada sobre os títulos de e-books mais vendidos na Amazon durante um único dia [14 Julho de 2014] e chegaram à conclusão que compradores da Amazon preferem e-books sem DRM.

O site espera conseguir detectar tendências emergentes na publicação e-books, depois de acumular um arquivo significativo de estudos, feitos trimestralmente.

O AuthorEarnings diz que o seu estudo mostra que as obras de autopublicação representa 31% do total das vendas de e-books por dia considerando a maioria dos gêneros.

Os ganhos são melhores quando esses e-books são vendidos sem tecnologia de gestão de direitos digitais (DRM).

Metade dos livros autopublicados nas listas dos mais vendidos da Amazon surgem sem DRM.

Os livros autopublicados sem DRM representaram 64 % do total de vendas da unidade de autopublicação.

Depois de um ano de venda de títulos sem DRM, a TOR Books não verificou qualquer aumento perceptível na pirataria dos seus títulos. Além disso, a proteção contra a cópia pode ser facilmente retirada de qualquer e-book Kindle, com um conjunto de ferramentas de software, em segundos.

Fonte: Computerworld: http://www.diigo.com/annotated/d2933211836714c7684bcf87f59126ca

terça-feira, 15 de julho de 2014

A importância do local para a realização de um evento

O que levar em consideração na hora de definir o local do seu evento
Por Priscila Vieira*

Que a escolha do local é uma etapa fundamental para o sucesso do evento, muita gente já sabe. Mas, na hora de fazer essa decisão, muitas dúvidas surgem. Afinal, o que se deve levar em consideração nessa hora?

Antes de tudo, para saber se o local está adequado, você precisa entender se o ambiente está alinhado aos seguintes itens:
  • Objetivo do evento
  • Tipo de evento (formato)
  • Público-alvo

Com isso em mente, estes são os detalhes que precisam ser verificados na hora dessa importante escolha:
Infraestrutura do local

Verifique se o lugar oferece segurança e conforto e se tem disponibilidade de estacionamento. Além disso, preste atenção na manutenção do local, para saber se está bem conservado.
Sinal de internet

Para muitos eventos essa é uma questão fundamental. Tanto os participantes, quanto palestrantes precisam acessar a internet de tempos em tempos. Por isso, é de extrema importância verificar se o local oferece uma boa conexão – principalmente se as atividades do evento necessitarem de internet para acontecerem plenamente.

Vizinhança

Fique atento ao que há em volta do local para saber se é um lugar seguro e se há infraestrutura de comércio e farmácia, por exemplo, para eventuais emergências. Caso seja um evento com mais de um dia de duração, a proximidade com hotéis, shoppings e restaurantes deve ser levada em conta.
Conceito e imagem do local

Verifique qual é a imagem que esse local passa para as pessoas. Se for um lugar muito inovador e sofisticado, pode contar pontos positivos em alguns casos, mas, dependendo do público participante, pode fazer com que as pessoas não se sintam confortáveis e à vontade no evento.

Logística

Outro fator fundamental a ser observado na hora de escolher um local é a facilidade para montagem do evento. Se for um lugar muito afastado do centro da cidade, analise de que forma isso impactará no orçamento. Verifique, por exemplo, se precisará fazer o transporte da estrutura ou poderá alugar de fornecedores locais.

Atividades do evento

Muitos eventos podem ter suas atividades adaptadas ao ambiente, mas nem sempre isso é possível. Por isso, verifique se o local suporta as ações que serão realizadas no evento: palestras, workshops, feiras e até mesmo o tipo de alimentação que será servida.

Beleza ou Conforto: o que priorizar?

A resposta para essa pergunta depende do público-alvo e do objetivo do evento. Nessa hora, prevalece o bom-senso: não adianta ser um lugar lindo, mas sem lugares confortáveis para sentar (principalmente se for um evento longo), da mesma maneira que não adianta ser um lugar super confortável, mas que desagrade os participantes visualmente.

Acredito que existem alguns critérios que devem ser levados em conta em qualquer tipo de evento: qualidade de serviços, infraestrutura em geral, conforto, boa conservação, segurança e comodidade.

Fique atento!

Um local inapropriado pode causar um impacto irreversível no resultado do evento. Uma escolha mal feita pode prejudicar a reputação da organização, a credibilidade para continuidade do evento e ainda causar a perda de patrocinadores e investidores.

O local pode até ser um fator de decisão para que seu cliente queira ir ou não ao seu evento. Portanto, pense, pesquise, analise e planeje com cuidado e dedicação o ambiente onde seu evento será realizado!

(*) Publicado originalmente em http://www.priscilavieira.com.br/o-que-levar-em-consideracao-na-hora-de-definir-o-local-seu-evento/